Tanto Parreira quanto Dunga admitem favoritismo brasileiro

O atual técnico da Seleção Sul-africana, Carlos Alberto Parreira declarou que o Brasil é o maior candidato ao título da Copa do Mundo de 2014 a ser realizada na África do Sul.
- Hoje o Brasil é o melhor do mundo. Nos últimos três anos, ganhou da Argentina três vezes, duas vezes da Itália, da Inglaterra, venceu a Copa América, a Copa das Confederações… Não adianta fazer isso tudo se não ganhar a Copa, porque o que conta é a Copa. Mas o Brasil tem tido grandes resultados, um ótimo futebol e os jogadores têm demonstrado uma confiança muito grande em campo. É, sim, o principal favorito – analisou Parreira em entrevista ao Globoesporte.com.
Dunga também reconhece esse favoritismo e disse:
Temos que saber conviver com isso (favoritismo). O Brasil é sempre favorito. Às vezes, passam alguns períodos em que surgem outras seleções, mas o Brasil sempre vai estar com destaque.
No entanto o comandante da Seleção Brasileira diz que de nada adianta ser favorito. “Favoritismo não nos leva a lugar algum. Temos que ir para dentro de campo e comprovar. Vamos trabalhar para conseguir nosso maior objetivo (título). Sabemos das dificuldades, mas estamos nos preparando. Começamos há três anos e meio e esperamos chegar em ótimas condições.” Declarou Dunga ao Globoesporte.com
Para atingir o objetivo do hexa, o Brasil deverá fazer valer esse reconhecido favoritismo em 2010 e o SeleçãoBrasil.com simulou o sorteio da Copa que ocorrerá no dia 4 de dezembro. Foram usados os critérios de sorteio da FIFA, não permitindo que haja duas seleções do mesmo continente (excetuando-se as européias).
Assim ficaram os grupos:

Todos os grupos ficaram equilibrados, nenhum deles pode ser considerado “Grupo da Morte”, ou um grupo fraco. É fato que quanod um país sede não é um cabeça de chave comum, algum grupo tende a ser muito forte, enquanto o grupo do país que hospeda a Copa tende a ser mais fraco. Mas com a divisão do sorteio em quatro forças, o equilíbrio é evidente. Na Copa das Confederações esse equilíbrio foi visto quando a Espanha perdeu contra os EUA na semi-final. A atual campeã européia era favorita para ó segundo título mais importante da FIFA.





